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Roteiro de Sabores

VINHOS BRANCOS V

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Brancos Perfumados

Os Brancos Perfumados são vinhos que se destacam pelo(s) seu(s) aroma(s), florais e/ou frutados das uvas.

 

Normalmente, são vinhos monocasta, leves, e em regra, sem recomendação a irem à cave, ou seja, com uma longevidade muito curta.

 

Constituem uma ótima opção em refeições ligeiras e/ou simples.

 

O seu consumo é bastante apreciado nos meses quentes de verão, porque são especialmente indicados para serem consumidos bem frescos.

 

São, de alguma forma, raros os vinhos portugueses com estas características, no entanto, destacam-se aqueles que privilegiam a casta Moscatel, a mais aromática das castas portuguesas.

 

De realçar ainda, as castas Loureiro e Alvarinho, da região dos vinhos verdes, na beira interior, a Siria ou Roupeiro (também presente na região do Alentejo), na região de Lisboa, a Maria Gomes ou Fernão Pires (aquela de quem o Eng. José Neiva Correia, da DFJ Vinhos, diz: “... é quem me paga a escola dos filhos.”), assim como mais a sul, na região do Alentejo, a Antão Vaz.

 

A sua perfeita ligação com pratos, igualmente, aromáticos é evidente.

 

Deixamos, algumas sugestões para acompanhar estes vinhos, saladas com frutos secos, tártaro de salmão, arroz de polvo, paella valenciana, pastéis de bacalhau, acompanha, igualmente bem, queijos de cabra.

 

Poderá encontrar alguns destes vinhos no nosso site em www.roteirodesabores.pt

 

VINHOS BRANCOS IV

Brancos Refrescantes

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Após um interregno de algumas semanas, essencialmente, para nos dedicarmos à elaboração e comercialização dos nossos Cabazes de Natal, que nos obrigou, felizmente, a uma dedicação exclusiva, voltamos aos nossos artigos sobre vinhos e, neste caso, em particular sobre Vinhos Brancos Refrescantes.

 

Esta gama de vinhos, brancos refrescantes, são de consumo obrigatório na época estival, no verão. Pese embora estejamos, ainda, algo distantes desta estação, fazemo-la aqui presente, na expectativa de num futuro próximo podermos degustar alguns destes preciosos nectares.

 

Vinhos normalmente fáceis de beber, devem ser, de preferência, leves, ácidos e de baixo grau alcoólico, podem em alguns casos apresentar um toque ligeiro de gás.

 

Nesta categoria de vinhos encontramos, por exemplo, os brancos leves da região de Lisboa (Portada, DFJ),  ou ainda os brancos, da região do Vale do Sousa, de Lafões.

 

Estes vinhos resultam de uma vindima feita precocemente, e uma tecnologia de vinificação assente em baixas temperaturas de vinificação.

 

São vinhos ideais para acompanhar cozinha simples, (marisco, sardinhas ou frango assado, e ainda peixe grelhado), ou clássica (pataniscas de bacalhau, salada de atum, ceviche de peixe, enguias fritas, sapateira ou açorda), estes alguns exemplos, como também queijo fresco ou charcutaria fina, presunto e enchidos (paio, chouriço grosso, paiola, salpicão), uma cozinha de “férias”.

 

Estes e outros produtos podem ser encontrados em www.roteirodesabores.pt.

VINHOS BRANCOS III

 

Brancos Clássicos

 

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Os Brancos Clássicos incorporam uma grande variedade e diversidade de marcas de vinho das regiões vitivinicolas de Portugal.

 

Esse estatuto, de Brancos Clássicos, resulta de uma tradição de reconhecimento enquanto marca de referência.

 

São assim vinhos muito heterogéneos e de grande diversidade de estilos.

 

Estes vinhos tinham em si mesmo um elo de ligação, a tecnologia de vinificação, em regra baseada em principíos tradicionais antigos, porém, a ainda recente modernização de processos de vinificação levadas a cabo pelos produtos, de alguma forma tem vindo a romper com este elo de ligação.

 

Desta forma, nesta gama de vinhos Brancos Clássicos aparecem hoje, vinhos com um perfil aromático mais ou menos discreto, lado a lado com, vinhos com aromas mais frutados, os primeiros, normalmente com uma rápida evolução em garrafa, os segundos, sem indicios de oxidação, ou seja, com uma maior longevidade.

 

Em anos de uma excepcional colheita, em que o teor alcoólico e acidez são elevados, o processo de evolução oxidativa pode ser mais lento, permitindo um envelhecimento mais lento e um aumento da sua complexidade, mesmo em vinhos/marcas de reconhecida vida mais curta.

 

Vinhos adequados a confecções simples, por exemplo, tapas, joaquinzinhos, calamares, omolete ou tortilhas, ou confecções clássicas, pastéis de bacalhau, empadas, pescadinhas de rabo na boca ou filetes.

 

Acompanha bem uma tarte de amêndoas ou bolos secos e ainda queijo de cabra fresco.

 

Poderá encontrar alguns destes vinhos nos nossos cabazes ou em produtos, visite o nosso site em www.roteirodesabores.pt.

 

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